
. Hoje quero fazer Amor con...
. Eras o meu primeiro grand...
. APRENDE A VOAR, APRENDE A...
. ...
. Já li o teu e-mail não se...
Imagem Retirada da Internet
Qual o sentido da vida
Se não a estou a viver…
Qual a lição que devo tirar
Se não estou a aprender…
Vale a pena fugir de mim mesmo
Do futuro que se aproxima
Sinto-me perdido
Neste mundo
Que teima em não florir…
Mas, eu quero sorrir
Caminhar no sentido da estrela polar
Descobrir respostas
A perguntas que trago no ar…
Apareces,
Do nada como o fumo
Fazes-me sonhar
Divagar pelas galáxias do amor
Eu sei que não quero viver na ilusão
Mas dar razão ao meu coração
E não sofrer por coisas vagas
Quero viver em liberdade
Quero-te amar
Simplesmente te beijar
Contigo passear
Confessar-te um segredo
Abraçar-te com ternura
Com afecto
Amor e paixão
Quero voltar a ser feliz…
E ao teu lado sorrir…
Imagem retirada da internet
Corro a maratona da vida
Em busca de liberdade
Uma brisa ligeira no rosto
Sopra-me palavras de felicidade
Fala-me de ti
Do teu sorriso
Dos teus olhos azuis esverdeados
Das luas que te amei
Dos ecos
Dos silêncios
Do nosso olhar
Do teu beijo
De amor
De te amar
Jamais esquecerei
As palavras sentidas
Do barulho dos tambores
Num abraço sentido
Jurei-te fidelidade
Nesta jornada
Digressão sem fim
Corro com um sorriso nos lábios
Encontro nesta solidão
A força de viver
Como tu viveras
Eternamente no meu coração…
![]()
Dos beijos que trocamos
Mesmo a sonhar
Foram sentidos
Por eu te amar…
Imagem retidada da internet.
Sentado junto ao cais
Sentido a brisa do mar
Acariciando-me o rosto…
Gotas de orvalho salgado
Purificam-me o corpo
De todos os sofrimentos
Maléficos do nosso mundo…
Observo a serenidade do mar
As ondas que se dirigem
Para uma praia tranquila
Acariciando seus grãos de areia
Puros de uma virgem…
Olho para um infinito sem fim…
Vejo-te dançar sobre as águas calmas
Vestida com uma túnica
Branco puro e singelo…
Cabelos longos
Negros e perfumados
Sobressaem da pureza divina
Do teu corpo despido de inocência…
Danças, caminhas sobre as águas
Salgadas do amor…
Teus braços nus
Desenham curvas sensuais
A túnica transparente
Descobrem a adolescência do amor
Ateiam fogo no coração
Os teus pés descalços
Reflectem a sensualidade de uma musa
Que desafiam todos os mistérios
Do Olímpio sagrado…
Aqui…
Sentado junto ao cais,
De onde os navegantes partem
Para um destino incerto
Penso, sonho com o amor…
Recordo um passado inexistente
Com saudades de não te ver…
Imagem retirada da internet
Noticia de última hora… o arroz anda na boca do povo, pelos vistos vai subir de preço, bem já não é uma grande novidade, infelizmente o que é que não sobe no nosso país… mas também não devemos ver isto pelo seu lado negativo, se o arroz vai subir de preço o seu consumo vai diminuir logo a nossa probabilidade de ficar com os olhos em bico torna-se mais reduzida… quer dizer, não vou ficar com os olhos em bico se não te encontrar por ai numa esquina qualquer deste nosso pequeno Portugal…
Aí sim, os meus pobres olhos vão ficar em bico, a temperatura que nos tem estado a enganar vai subir gradualmente até atingir o ponto ideal, e com a fusão destes dois factores já vou poder fazer amor contigo, não sexo, amor, simplesmente amor, não sei se isso vai ser notícia de telejornal, mas sei que vai ficar gradado no meu coração, não sei se vai contar para a estatística, mas sei que para a história da minha alma vai perdurar.
Como vês hoje gostava de te encontrar numa qualquer esquina, num qualquer lugar e contigo, só eu e tu, numa união de corpos fazer amor, não com arroz, não sexo, simplesmente fazer amor… sentir o calor dos teus lábios, percorrendo cada esconderijo do teu do meu corpo. Beijar suavemente o teu queixo, pescoço, e mover-me pelos teus sensuais seios… isto é, se tu alinhares em comigo fazer amor e não sexo… trocávamos palavras meigas com ternura, abraços e carícias, segredos com malícia. Beijos com desejo, as mãos tocavam músicas e melodias, navegavam pelas linhas curvas dos nossos corpos como caravelas num mar calmo de águas quentes do mediterrâneo, passeávamo-nos com toda gentileza de um cavalheiro, de uma donzela, por cada recanto quente dos nossos corpos nus…
Isto é, se tu alinhares em comigo fazer amor! Não fazer sexo! Fazer amor como dois adolescentes apaixonados na busca de novos prazeres descobrirem…
Afinal queres fazer amor comigo?
Não sexo, simplesmente amor?
Caso não aceites o meu convite, vou continuar a ouvir as notícias, pois já não é só o arroz que sobe, também parece que o crude continua a subir, espera lá… parece que o locutor da rádio anuncia um acidente, num local ainda desconhecido, não parece ser nada de muito grave, apenas vai fazer-te atrasar para o nosso encontro… isto é, se tiveres aceitado o nosso encontro…
Inagem retirada da internet
Hoje quero fazer Amor contigo… alinhas?
Não quero fazer sexo…
Quero-te venerar…
Quero-te amar…
Quero-te acariciar…
Hoje quero fazer Amor contigo… alinhas?
Quero ver o brilho dos teus olhos ao acordares…
Quero ver o teu singelo sorriso ao deitar…
Quero que estejas aqui para te amar…
Hoje quero fazer amor contigo… alinhas?
Quero sentir o teu abraço…
Quero sentir o voar do teu sonhar…
Quero sentir o impulso do teu amar…
Hoje quero fazer Amor contigo… alinhas?
Quero sentir o aroma do teu corpo…
Quero sentir a magia das tuas palavras…
Quero sentir o toque das tuas mãos…
Hoje quero fazer amor contigo… alinhas?
Quero sentir o mel do teu beijo…
Quero sentir o calor do teu corpo…
Quero sentir que te amo…
Hoje quero fazer amor contigo…
Não sexo… Amor… alinhas?
Imagem retirada da internet
Gosto de ti
Gosto da tua fragrância
Das tuas mãos
Do teu sorriso…
Do teu olhar de criança
Da tua boca de menina
Gosto dos teus lábios
Quando me sorriem
Quando dizem palavras agradáveis…
Gosto do teu olhar
Azul cor do mar
Afectuoso de amar
Expressivos de encantar
Gosto do teu corpo
Do seu jeito
Do seu desejo
Na forma personalizada de caminhar
Gosto de ti
Do teu ânimo
Da tua coragem
Da tua bravura
Da tua rebeldia
Gosto de te ouvir
De te sentir
Das cores com que pintas a vida
Gosto de sentir as tuas mãos nas minhas
Gostos do teu jeito desajeitado descontraído
Gosto da pessoa que és…
Simplesmente
Bela, aprazível, ternurenta…
Uma grande mulher….
Imagem retirada da internete
Caminho pela praia deserta
Sobre a areia molhada
Uma chuva miudinha acaricia-me o rosto
O mar!
Sempre belo e majestoso
Calmo e rebelde…
E neste retrato de louvar
De enaltecer
Penso em ti,
Quando sentados nesta praia
Olhávamos para o horizonte
Enunciávamos desejos,
Relatávamos segredos
Histórias diabólicas
Entre abraços e um beijo
Percorríamos a praia
Para um destino incerto
Ao som das ondas calmas
Cantávamos cantigas
Inventávamos melodias
Voávamos pela imaginação
Construindo muralhas de paixão
Inspirávamos amor com o coração…
É bom pensar em ti
Recordar esse tempo que não foi meu
Mas, aqui, junto ao mar
Em pensamentos hilariantes
Foi em ti que eu pensei…
Foi a ti que eu desejei…
Naquele dia, no nosso primeiro dia de aulas depois de umas ferias que não tinham sido mais do que passar o tempo sem nada para fazer, bem sem fazer nada não é bem assim, romper uns bons pares de calças, de sapatilhas e uma serie de cicatrizes nos joelhos em tardes de calor desgastante, durante a noite recuperava-se energias com conversas banais debaixo de um lampião pois o dia seguinte iria ser bem pior que o anterior, a dar uns valentes chutos numa pobre bola de borracha, e quando um de nós ganhava uma bola de gomos era uma festa, mas a desgraçada da bola sofria a bem sofrer, a cada pontapé lá ia a pobre para o meio do mato ficando crivada por um manto de espinhos, não havia pequenos ringues em que pudéssemos dar largas á nossa imaginação, não tínhamos estas bolas modernas do mundial ou do euro mas uma simples bola de borracha, o nosso campo era feito num bocadinho de terra de uma mata qualquer perto de casa, uma enxada na mão para alargar a zona de jogo, duas pedras em cada lado para fazer as pobres balizas e estava feito o nosso glorioso campo de futebol, outros tempos…
O primeiro dia de aulas tinha chegado, a nossa primeira aula estava prestes a iniciar-se, e como sempre havia muito para conversar, nada de importante para dizer mas o suficiente para chegar em cima do segundo toque. Entramos com grande algazarra, encontram aqui encontram ali, lá chegávamos ao nosso destino, a primeira aula de um novo ano lectivo… entrei como se nada se passasse, peito feito, impondo logo desde o inicio que não estava ali para facilitar a vida a ninguém… mentira, entrei de cabeça baixa, chateado por mais um ano, parei há entrada da porta observando todos os novos companheiros, não parecia haver nada, ninguém interessante até que o meu olhar parou de repente em ti, não consegui parar de olhar, eras linda uma boneca de porcelana, fiquei imóvel, tremulo com cara de estupefacto, diria mesmo, com cara de palhaço…
Olhos brilhantes, cabelos longos ondulados num castanho claro, uma pele branca doce, não tinhas de altura mais de 1,55cm, ou seja, tinhas tudo na perfeição. Sentei-me na secretaria vaga atrás de ti. A minha voz tentou dizer uma ou duas palavras em silêncio, o coração pulava aceleradamente … A prof. faz a chamada do costume, e quando chega a tua vez ouço essa voz rouca, pura, meiga e deliciosa… Soube ai o teu nome, mas que importa o nome, o que realmente importava neste momento era conhecer-te, desfrutar alguns momentos ao teu lado…
Os dias foram passando, os meses, esses corriam, conversávamos, aquelas conversas vagas em que nada se diz, aquelas conversas que a nosso coração nos diz para dizer e a nossa boca troca as palavras todas e não diz nada de jeito. De tempos em tempos escrevia-te um poema, nada de muito significado, mais uma vez não conseguia escrever o que o coração me ditava… Pensei muitas vezes ir ter contigo e dizer-te tudo o que senti, mas não tive a coragem suficiente para o faze-lo, eras a minha princesa, estavas todos os dias ali, sentada na carteira da frente não tinha a mínima intenção de te perder, chegava-me a tua amizade, chegava-me um simples olhar teu, era mais do que suficiente para alimentar a minha alma, para adocicar os meus sonhos, e como era bom sonhar contigo, ouvir essa tua voz rouca com sotaque não sei bem de quê, era dormir num paraíso imaginário de lábios sorridentes e feliz com a vida…
Eras o meu primeiro grande Amor…
Escrevi-te nas férias de Natal, nas férias da Pascoa, mas nunca tive a coragem de um leão para dizer tudo o que o meu coração me ditava… Escrevia frases feitas, palavras que se dizem nessas ocasiões do ano… Minto, escrevia sempre um outro postal em que debitava tudo o que sentia por ti, mas deixava-o no fundo do meu baú de recordações, ainda hoje devem andar por lá na esperança de um dia serem enviados…
Juro que uma ou duas vezes o tentei, não o fiz por ser um cobarde, simplesmente não o fiz por medo de te perder para sempre, com medo que essa tua meiga voz e rouca me desse uma nega, com medo simplesmente de perder a tua amizade e tendo a tua amizade sempre podia continuar a sonhar e a divagar por este amor juvenil, sofrendo sem de ti ter uma única mágoa. Sempre poderíamos conversar coisas banais todos os dias… Eu ficava feliz só com isso, chegava-me para alimentar o meu ego, a minha alma… Afinal eras a minha princesa.
O ano lectivo chegou ao fim, e com ele chegou ao fim a minha ilusão, a ilusão de contigo vir a namorar… Não foi o fim, não foi uma desgraça, durante esse ano aprendi a amar em silêncio, e como te amei…
Um beijo de despedida, que ainda de tempos em tempos o vou recordando, e até uma próxima ocasião…
Mais tarde, decidi escrever-te, e aí contar tudo o que sentia, o que o meu coração me dizia quando estava ao teu lado, sempre fui mais de escrever do que falar, as palavras vão navegando por rimas e fluindo por parágrafos mais ou menos perfeitos… não obtive a tão desejada resposta, não obtive qualquer resposta…
No Natal seguinte voltei-te a escrever, palavras de ocasião, letras soltas de um coração sofrido, mas sempre são palavras que podem perdurar uma amizade… mais tarde sorri com o postal que o carteiro entregou-me pessoalmente, não dizia grande coisa, um simples “Feliz Natal” o suficiente para a recordar para sempre…
Passei a escreve-lhe duas vezes ao ano, uma pelo seu aniversario e outra pelo Natal, obtive sempre resposta, se calhar foi melhor assim, fiquei com a sua amizade, e com a doce recordação de ter sido o meu primeiro grande amor…
Aprende a voar
Por esses campos de magia
Aprende a sonhar
Por mundos de fantasia
Aprende a voar
Por oceanos de alegria
Aprende a sonhar
Por céus celestiais
Não tenhas medo da vida
Acredita no coração
Acredita em ti mesmo
Esquece a voz da razão
Aprende a voar
Aprende a sonhar
Pois dentro de ti há magia
Esperança
Amor
Sabedoria
E muitos sonhos
Que ainda vais concretizar….
Aprende a voar
Aprende a sonhar…
Imagem retirada da internet
Houve um dia em que te perguntei:
- Tu gostas mim?
Os teus olhos brilharam num sinal afirmativo…
Mas os teus lábios nada dizem…
O teu rosto num gesto de negação,
Dissera que não…
Desolado, confuso e com uma resta de esperança,
Voltei a perguntar-te:
- Tu gostas de mim?
Os teus olhos voltaram a afirmar que sim,
Doces, meigos e cintilantes,
Mas numa voz sofrida respondes-me:
“-Não.”
Voltei-te as costas, dei dois passos em frente,
Por cima do meu ombro ainda olhei para trás,
Na esperança de ouvir a tua voz a chamar pelo meu nome…
Mas nada…
Dos teus olhos escorriam duas lágrimas de dor…
O teu rosto estava triste,
Debruçado sobre as pernas...
Quis voltar para trás,
Abraçar-te,
Beijar-te,
E ao teu ouvido soletrar as palavras,
“- Eu gosto muito de ti…”
Não tive a coragem,
E para os teus braços correr,
Olhei em frente...
E segui a minha viagem
Sem rumo nem fim…
Já li o teu e-mail não sei quantas vezes...
Gostava de poder arranjar palavras para te escrever, deliciar, acarinhar sei lá...
Não sei o que escrever...
As palavras fogem-me…
Já perdi a conta das vezes que olhei para o telemóvel…
Mas nada...
Nada…
Apetece-me ficar isolado, fingir que lá fora nada existe, o mundo parou no tempo e eu estou aqui sentado ao computador esperando não sei muito bem de quê?
Mas apetece-me ficar sozinho, só eu, o computador e as paredes sombrias do meu quarto…
Agradeço-te que me tenhas escrito….
E que sejamos realmente muito bons amigos, realmente que sejamos bons amigo…
A loucura se realmente existe, que exista…
E o carinho, o carinho já é teu…
E as horas que passamos juntos…
Diria! Quase não te vejo… mas sinto-te no meu coração…
Tu no teu cantinho doce e belo e eu no meu mundo, ou seja, isolado do mundo…
Só por breves instantes nossos olhares se cruzam, nossas bocas se falam, coisa rara…
Nossas mãos nem se tocam…
Mas é bom saber que este ai…
Não vou escrever mais, já não consigo pensar, fluir por entre as linhas do poeta, que dizes que sou e eu sempre te digo, que de poeta nada tenho… mas vou arriscar e dizer-te:
- O Oceano tem o comprimento de um mar…. E o mar tem o fim de um céu…
PS: Esta foi a respota a um e-mail que recebi já há muito tempo, agora acho que devo reparti-lo com todos os leitores do meu blog.
Gosto do teu discurso,
Gosto do teu olhar,
Gosto do teu sorriso,
Gosto simplesmente de ti…
Podemos caminhar de mãos dadas,
Podemos trocar carícias,
Podemos trocar abraços,
Podemos até os lábios juntar…
Vamos sentir a chuva no rosto,
Vamos sentir o cheiro da terra molhada,
Vamos sentir a roupa molhada,
Vamos simplesmente ao sabor chuva dançar….
No meio de uma loucura sem razão
No meio de um deserto com coração,
No meio de um oceano sem razão,
No meio de um continente com coração…
Eu te digo com paixão…
Queres namorar comigo?
Imagem retirada da internet
Ao teu lado sinto-me um adolescente
Ao teu lado o meu coração palpita
Ao teu lado sinto-me uma estrela cadente
Ao teu lado perco a razão
Ao teu lado sinto a emoção
Ao teu lado sinto-me um sonhador
Ao teu lado perco-me no teu aroma
Ao teu lado sou uma criança
Uma criança que esquece a razão
Deixa-se guiar pela emoção,
Age com o coração
Procura o sonho
Na estrela cadente
No aroma do teu corpo
E…
Perde-se nos teus longos cabelos…
Nas palavras doces da tua boca
No sorriso contagiante dos teus lábios…
Na lua cheia dos teus olhos…
Podia-te amar…
Mas, Sei que não devo!?
Podia-te desejar…
Mas, Sei que não devo!?
Podia-te beijar…
Mas, sei que não posso…
Imagem retirada da net
Olho a lua
Uma lua esquecida
Uma lua triste
Uma lua escura
Uma lua sem vida
Olho o sol
Um sol esquecido
Um sol triste
Um sol sem brilho
Um sol esquecido
Olho para mim
Um ser esquecido
Um ser triste
Um ser sem brilho
Um ser sem vida
A lua olha o sol
E não sorri
O sol olha para mim
E não sorri
Eu olho para a lua
Para ver o teu sorriso
Que não ri
Eu olho para o sol
Para ver os teus olhos
Que não brilham
Chegou á conclusão
Com dor no coração
Que tenho saudade de ti…
Deitei-me…
Sobre a cama,
Olho para o infinito
Para as sombras
Que vão cambaleando
Na parede do quarto
Ao som de um candeeiro
Preguiço em reflectir luz…
Penso em ti
Penso em nós
No teu sorriso lindo
De uma flor jasmim…
Nos teus olhos incandescentes
Estrela cadente
Num beijo quente
Em teus lábios suaves
Na tua boca
Contornos de alecrim
Penso nos teus abraços
Meigos sensuais
Penso nas tuas mãos
Entrelaçadas nas minhas
Caminhando lado a lado
Sem destino nem rumo
Na busca da nossa música
E sobre o gelo
Dançamos, cantamos
Até o dia escurecer…
Eu adoro em ti pensar
Eu adoro pensar em ti…
Imagem retirada da Internet
Acordar preguiçosamente
Olhar para o horizonte
Pela janela entreaberta
O céu com a sua névoa
Um passo apresado
Na rua despida de gente…
Em silêncio grito por ti…
Mas da névoa nada aparece
Imagino-te a compasso
Na calçada da rua deserta…
Uma chuva miudinha
Rompe de um céu triste
Mas… tu não vens…
Sonho com o sol
E com ele vejo o teu sorriso
A alegria de viver…
Um abraço sentido
Ternura e carinho
Palavras soltas
Beijos e carícias
O recomeço de um dia
Feliz porque nos meus sonhos
Nos meus sonhos eu te vi…
Nos meus sonhos eu te senti…
Pode chover copiosamente
Meus lábios vão sorrir
Pensando em ti
Porque de manhã…
Mesmo em sonho
Eu te vi….

