
. SE...
. Destino
Se…
Se não me procuras
Não sentes a minha falta…
Se não sentes a minha falta…
Não me amas…
O destino,
Determina quem entra na minha vida
Mas só eu é que decido quem fica nela…
A verdade…
A verdade por vezes dói…
Mas só dói uma vez….
Eu valorizo a palavra
O tempo e as várias oportunidades da vida…
Assim só vou valorizar quem me valorizar
E quem me tratar por opção…
Esse vou ignorar…
imagem retirada da internet
É no silencio que mais penso em ti…
É nesse silencio que a minha alma navega…
Uma alma inquieta
Que busca o bailado do prazer…
Os raios de luz,
Fustigam o meu corpo como uma cruz…
Entrego cada pedaço do meu corpo
Á irradiação solar do meu amor….
A um ritmo alucinante
Sou devorado neste silêncio surdo
Solitário entre quatro paredes
Sem amor…
Divago por tudo e por nada
Desesperadamente entrego-te a alma
No mais puro do meu amor…
Imagem retirada da internet
No silêncio do meu coração
Ouço a melodia dos teus passos
Apressados no meio da multidão,
Sem sentido nem rumo
Num destino sem razão.
Mas na música a compasso,
Neste silêncio surdo,
Ouço os teus pensamentos,
Imagens dançantes,
Que vão vagueando
Pelo teu coração doente de carinho.
Num labirinto sem saída
Teu corpo ruma em segmentos rectos
De um destino inexistente.
Sem um porto de abrigo seguro,
Orbitas entre o norte e o poente
Numa calçada despida de desejos.
Estendo-te a mão para te salvar deste destino
Desta solidão que afoga o teu coração.
Para te salvar destas gentes sem rumo,
Destas gentes sem ideias…
Abraço-te com ternura,
Com as lágrimas do teu rosto
Lavo a tua cara cheia de angústia.
Aconchego-te ao meu corpo,
Aqueço a tua alma com o meu coração.
Ofereço-te o mais doce dos sorrisos,
Indico-te o caminho, a direcção
Que te leve ao paraíso.
Dou-te a mão
Em silencio, em paz,
Guio-te pelos caminhos do teu
Do nosso destino
Rumo á felicidade da paixão.
Imagem retirada da Internet
Caminhamos pela rua
Como desconhecidos
Na rua nua
De conceitos e ideias
Deparamo-nos com uma multidão
Em passos apresados, por alguma razão
Ou por razão nenhuma…
Pessoas sem vida
Que em silencio procuram um norte
Esperam a sua sorte
Desejam chegar a um destino certo
Que não lhes seja incerto
Como os dos outros dias…
Paro!
Observo os movimentos ondulantes
Encontrões, desculpas aprazíveis
Um sorriso forçado
Um olhar discreto
Para a vitrina de uma montra qualquer
Retorno ao rumo, sem rumo
Caminhantes do mundo
Deste mundo surdo
Que não ouve o silêncio
Dos pensamentos,
Dos sonhos,
Dos seus filhos
Que caminham sem o destino saber…

