
. SOLIDÃO
. SOLIDÃO
. O PASSADO A PENSAR NO FUT...
. Não te tinha ao meu lado....
. Solidão
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Porque têm que ser assim?
Não olhas mais para mim!...
Porque me fazes sentir assim?
Se o que sinto por ti
É tudo verdadeiro…
O Outono pode ter chegado
As folhas podem voar no ar
A paisagem pode ser amarelada
Mas quando te vejo
O mundo é todo florido
Cheio de cor e brilho…
Quando te vejo
O meu coração acelera
Bate a mais de mil
Mas parece que eu
Não sou nada para ti…
As estrelas brilham no meu coração
Mas no teu parece que o céu se apagou
Já nem o brilho dos meus olhos
Tu consegues sentir….
Eu sinto
E o que sinto chamo de amor
Mas a recompensa, são lágrimas de dor…
Porque têm que ser assim?
Porque não vens para mim?
Porque me fazes isto a mim?
Vem! Vêm para mim!
Faz-me feliz
Oferece-me cor ao coração
Faz-me feliz com o teu amor!
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O que adianta amar
Se este amor que sinto é impossível?
O que existe no meu coração
É uma forte paixão
Uma paixão avassaladora
O desejo de estar presente
De estar ao teu lado
De respirar o teu ar
De partilhar os teus gostos
De te oferecer um abraço
De te dar um beijo de bom dia…
Mas amar-te é impossível
Não sentes o desejo
Apesar de sentires um carinho…
Não sentes o amor
Apesar de gostares de mim…
Não queres partilhar
Apesar de gostares de estar comigo…
Quero-te amar
E tu não me deixas…
Quero-te beijar
E tu não me ofereces o teu rosto…
Quero-te abraçar
E tu não me ofereces o teu corpo…
Porque te amo
Se este amor é impossível…
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Por vezes sinto-me só
Sem sabem o que procuro
Sinto-me pequeno
Um ser frágil como uma criança…
Procuro um colo
Como um bebé
Desejo esse colo
Como uma última esperança
Para sobreviver…
Quero ficar aconchegado
No silêncio do meu quarto
Sem perguntas
Sem respostas
Num silêncio surdo…
Não tenho forças para me levantar
Não quero levantar-me
Tudo parece o Cabo das tormentas
Em qualquer esquina que me cruzo…
Os dias são cinzentos
Sem risos
Sem alegrias,
Dias que não passam
Dias que me sinto perdido…
Ando perdido
E perco-me nesta orbita
Nesta dança sem fim…
A compasso ainda tento caminhar
E voltar a casa
Para passar mais uns minutos em silencio
No escuro do meu quarto…
Adormeço com a esperança de um novo dia
Mas acordo sem sol na minha janela
Sem forças para lutar
Sem vida para continuar
Quando desejo é viver…
A solidão de uma saída nocturna
Num café da minha cidade
Ou simplesmente falta de companhia
Num dia em que o Benfica jogava…
Um olhar perdido no televisor
Um pensamento perdido em sonhos
Serão sonhos ou pensamentos
Que vagueiam por um mundo de nada
Não sei…
Como se algum dia soubesse alguma coisa…
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O silêncio que grita
Em noites escuras
Sem estrelas
Nem o brilho da lua…
A solidão
Que invade meu quarto
Num sono insano de paixão
Sobre sobras moribundas
Que deslizam suavemente
Pelas paredes nuas
Ao som de uma brisa
Que convida ao pesadelo…
Entre os lençóis
Gelados de amor
Repouso o meu corpo
Sem vontade de navegar
Nem calvagar
Em sonhos perdidos…
Aconchego-me
Fecho os olhos
E num grito surdo
Adormeço
Até um novo amanhã…
Mais um ano está a chegar ao fim e quando olho para trás sinto a alma amarrotada de dor, angústia e solidão. O coração está estilhaçado de dias desgastantes, de ilusões perdidas, de vidas sem vida. Penso na ilusão da minha vida, ilusões que não vivi…
Penso e sonho, penso em demasia, sonho mas não deveria sonhar. Mas o que é a vida sem sonhos, sem pensamentos… è uma caminhada sem rumo, sem destino.
O ano está a chegar ao fim… Aconteceram coisas para recordar ou não recordar, mas o novo ano vêm aí, e será que com ele trás o sol brilhante sem recordações perdidas em desertos por descobrir…
Desejo neste ano curar as cicatrizes que marcaram o meu corpo, que feriram a minha alma, e que neste ano novo finalmente possa viver…
A todos os meus familiares, amigos ou simples visitantes DESEJO UMAS BOAS ENTRADAS NESTE NOVO ANO DE 2011.
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Foi tomar café,
Aquela esplanada que não é nossa
Mas é um sítio agradável
Que poderias ter ido lá ter…
Pedi um café,
Enquanto esperei por ti
Os minutos foram passando
Uma brisa fresca
Embrenhava-me o corpo
Enquanto os minutos
Do telemóvel continuavam a correr…
Sentado naquela mesa
Olhava para a porta
Para ver se tu aparecias
Mas não vieste…
Ainda pedi umas águas
Com uma ligeira esperança
Que o teu vulto entrasse
Devagar e sorrateiramente
Mas não aparecias…
As pessoas chegavam
E sozinho naquela mesa pensava
Pensava em ti,
Pensava em mim,
Pensava na solidão que sentia,
Ainda olhei para o telemóvel
Para tentar obter alguma resposta
Mas nem ele meu de um sinal…
Esperei… pensei… sonhei…
Imaginei-te ao meu lado a sorrir
Com os teus olhos a brilhar
Mas não apareces-te
E sozinho naquela mesa
Senti uma solidão
Que me quebrava o coração
Pois não apareces-te…
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Às vezes penso que não existo
Que desapareço como um toque de magia
O tempo passa,
E com ele passa o momento de viver…
Mergulho num mar de solidão
Sofro no mastigar do meu coração
Viajo por ondas de saudade
Num bailado de não te ver…
Sou romântico por natureza
Mas no florir de uma flor
Já não sinto amor
Já não consigo ver o luar
Mesmo num olhar perdido para a lua
Sinto esta verdade nua e crua
Silencio na minha alma
O sangue que escorre pelas veias
Lapidado por uma angústia de solidão…
Num pequeno arrepio da pele
Sinto o desejo
De poder-te encontrar
Neste silêncio surdo
De quem deseja voltar a amar…
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Sozinho no meio da natureza
Fecho os olhos,
E deixo o meu pensamento voar…
Já não sei se penso
Ou simplesmente sonho…
Estou perdido e isolado…
Desejo-te
Mas não sei como te dizer…
Quero-te tocar,
Mas não sei como o fazer…
Quero-te abraçar,
Sentir o calor do teu corpo,
O doce dos teus lábios
Perder-me,
No cintilante do teu olhar…
Suspiro…
Escondo a cara entre as mãos…
Deixo uma lágrima escorrer pelo rosto…
Ouço a melodia acelerada do coração…
Sei que não é paixão…
Mas sim um desejo…
Desejo de carinho…
Desejo de ternura…
Envolvo-me num pedaço de tecido…
E deixo o pensamento flutuar
Imagino o teu rosto
Sonho com o teu corpo…
E numa paz meia podre,
O meu corpo estremece…
Não sinto o teu amor…
Nem o toque das tuas mãos…
Onde posso encontra-te
Mulher do meu sonho…
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Na solidão do meu quarto
Escrevo nas minhas mãos
Os beijos que gostaria de dar
A mulher que desejava amar
Num abraço de ternura e carinho
Deixar-me guiar pelo amor
Por um simples miminho…
Olho o céu estrelado
Vejo o meu reflexo na lua
E entre pensamentos e sonhos
Tenho a esperança de um dia
Quem sabe, encontra-te…
O coração acelerado
Com batimentos certeiros
Num compasso de música e saudade
Imagina um rosto de menina
Que me faça feliz…
Em devaneios
Penso em ti…
Sei que não existes ainda
Mas um dia, se eu merecer,
Vou-te encontrar
Vou-te amar…
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Procuro a felicidade no fundo do poço, mas as forças de anos de lutas não deixam chegar á sua superfície… luto como um guerreiro sem medo da morte, mas com um medo terrível da solidão… será a solidão mais penosas que a morte?
Em passos cambaleantes tento erguer-me deste medo terrível procurando os raios de sol que por entre as nuvens vão aparecendo como se estivessem a jogar ao esconde-esconde como duas crianças na sua feliz infância.
Neste buraco sem fundo ainda tento esboçar um pequeno, mas doce sorriso apagado pelas lágrimas de pedras que teimam em bailar na retina dos meus olhos…
Será assim tão difícil navegar até á colina da felicidade onde os anjos cantam de alegria e as crianças saltam exaltadas de sorrisos contagiantes, na corrente do riacho que nasce no sopé da montanha ouve-se uma melodia, uma letra harmoniosas e de calma poesia…
Mas, continuo neste negro buraco, á procura não sei muito bem de quê? E porquê? As lutas de guerreiro da infância de nada serviram para agora neste clima adverso ter uma pequena ideia iluminada pelos Deus de um qualquer Olímpio e ao som da chuva que teima em cair permanentemente voar até ao cima deste poço e sorrir… abrir os braços, sentir as partículas de agua a fustigar o rosto, mas sorrir, sorrir de felicidade de alegria… gritar ao mundo finalmente e dizer que estou livre… livre para viver, livre para um dia morrer… livre para todos os que me rodeiam poder faze-los felizes…
Mas até esse dia acontecer, vou procurar uma réstia de forças para poder lutar, e mesmo que seja devagarinho poder chegar á superfície deste poço sem fim…
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Hoje despertei em teus braços
Como queria ter despertado…
Um beijo de carinho
Nas ondas do teu rosto
Como o queria ter dado…
Acordas-te com o cabelo desalinhado
Como gostava de o ter alinhado…
Um sussurro no ouvido de amor
Suave como a onda do mar
Como o queria ter ouvido…
Sonhos antigos, sonhos presentes
Ressaca de um dia de chuva
Que fustiga os traços do coração
E ao som da emoção
Como queria ouvir a sua melodia…
Fecho os olhos
Para os sentidos me guiarem
Em busca do teu amor
Carinhos e ternura
Como eu queria esse amor…
Desperto para a vida
E não sinto o teu calor
Nem tão pouco o teu amor
Lágrimas quentes de solidão
Nestas gotas de saudades
Sinto a tua presença
Mas não sinto o teu corpo
Neste cantinho aqui deitado…
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Na vida corri ruas e ruelas, Acompanhado pela solidão. Não uma solidão de ilusões Mas uma solidão de desilusões… Os medos que me acompanharam, Não eram medos reais, Fantasmas criados pela mentem. Portas que se fechavam junto ao cais. Não via o rio nem o mar, Não conseguia amar. As lágrimas tropeçavam Pelo rosto agastado, Do qual não me orgulhavam. Como o orgulho fosse um troféu, Conquistado pelos povos dementes, Sempre de sorrisos permanentes. Olhos esbugalhados, À procura dos erros cadentes Do mais puro e singelo ser… O tempo é o tempo, Que cura tudo, quando cura, Pois há curas que não têm cura, Ficam doentes para sempre. As guitarras tocam a saudade. A palavra mais pura De quem um dia a sentiu. A esperança de uma vida De alguém que decidiu… E simplesmente partiu… Eu fiquei agarrado, Á solidão não de ilusões, Mas a solidão de desilusões, A um mar de paixões…
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Chorei lágrimas de chuva
Quando em ti pensei…
Mas chorei, não sei porquê?
Se nem a tua sombra eu terei.
Aquele abraço caloroso
Do teu perfumado corpo.
Das palavras silenciosas
Do teu belo olhar…
Eu não chegarei a ter…
Mas o meu coração
Sempre foi assim…
Nunca pensou com a razão
Deambula pelo mundo da paixão…
Este lago que nasce nos meus olhos
Navega a esperança
Mesmo que seja longínqua
De numa esquina esquecida
De uma qualquer ruela
Os meus olhos possam
Quem sabe,
Encontrarem-se com os teus…
E neste rio de lágrimas
Que deslizam pelo rosto
Possam desaguar num mar calmo…
E neste labirinto
Mergulhar nas águas salgadas
Para esquecer os medos do mundo.
Quero correr pela areia molhada
Gritar para o infinito
De um oceano sem fim
Que não quero viver um sonho
Mas a realidade dos meus sonhos…
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Procurei-te,
Entre as folhas da calçada,
Nas águas calmas,
De um oceano de areia.
No deserto ardente,
De cascatas sem fim.
Na profundidade dos mares
Na frescura do oásis
Na selva agreste do evareste
No céu azul dos continentes
Mas não te encontrei.
Desembrulhei os lençóis
Da nossa cama de amor
Mas foi com dor
Que mais uma vez não te encontrei.
Sabia que tinhas partido,
Partido para um destino incerto
Mas no embalo dos meus sonhos
Sonhei que irias voltar
Sempre soube que não virias
Mas não queria acreditar que um dia
Me ias deixar de amar…
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Será que vale a pena amar?
Ou simplesmente viver na solidão…
Quem ama sofre, porque está a amar,
Quem vive na solidão, sente-se sozinho…
Mas quem sofre por amor
Não deixa de se sentir sozinho,
Isolado do mundo
Obcecado e surdo…
Quem vive na solidão
Sente a mesma dor no coração
Vive num mundo á parte
Sente o negro escuro do quarto…
Não quero amar
Para não sofrer…
Não quero viver na solidão
Para não me sentir só…
Gostava de viver no paraíso
E simplesmente não amar.
Viver constantemente na lua
E não me sentir só.
Sonhar com a realidade
Viver com carinho, afecto
Ternura mesmo sem estar a amar.
E tu que vives do outro lado da tela
O que tens para oferecer?
Carinho com amor
Amor com ternura
Ternura com doçura
Ou simplesmente
O fundo branco
De uma tela vazia
Pintada a aguarela preta
De quadro negro de solidão…
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Refugie-me na poesia
Para dar cor há vida…
E nas noites de luar
Com as estrelas fazer fantasia…
Mas a noite é um vazio
Sem brilho nem cor
A não ser um sonho de amor…
Nas palavras escritas
Procurei a felicidade inexistente
Na solidão da poesia
Chorei lágrimas consistentes…
Em versos de carinho e paixão
Procurei o calor da paixão…
Na simplicidade da alma
Ofereci-te amor
E nas aguas salgada do mar
Contigo fiz amor com calma
Para saborear o carinho de amar…
Murmurei-te palavras de ternura
Naveguei pelos sonhos
De um mar azul infinito…
Da poesia fiz contos
De quem queria amar…
Mas as lágrimas frias
Corriam-me pelo rosto asfixiado
De rugas doridas
De um sonho perdido…
Procurei com doçura a paixão…
Mas não passou de mera ficção…
Sonhei para existir
Mas afinal já não existia
A não ser nas profundezas do meu ego
Pois tinha um coração cego…
A poesia é a minha companheira
Amiga na minha solidão…
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A vida é curta
É curta para desperdiça-la…
Mas que adianta uma vida longa,
Se não podemos oferecer o nosso amor
Dar o nosso carinho
Partilhá-lo com alguém que nos ame
Alguém que seja a nossa alma gémea
O nosso confidente
Amante dos nossos sonhos…
A vida é curta,
É demasiado curta,
Para viver em conflito
Sem carinho
Uma pitada de amor
Um sonho partilhado
Sem as cores doces do arco-íris
A doçura de uma flor
A beleza de uma noite de luar
As estrela a cintilar
Num clima de harmonia e paz…
A vida é curta
Para perder o desejo de sorrir…
Para perder o desejo de viver…
Mas será que vale a pena viver,
Sem o perfume do amor
Numa constante dor!...
A vida é curta…
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Fico aqui deitado
De olhos fechados
Enquanto a chuva cai lá fora…
Cerro as pálpebras
E espero que a vida adormeça …
A chuva cai insistentemente
Ai! se fossem beijos teus
Deixaria o meu rosto se molhar
Iria sentir o prazer dos teus carinhos
Dos teus beijos molhados…
Fecho-me em mim
Para suportar a tua ausência
Ou simplesmente a tua inexistência…
Enrosco o meu corpo
Sonho com o prazer do teu afago
Do teu carinho do teu abraço…
O céu contínua cerrado
Por um manto negro,
Enquanto a chuva vai caindo de mansinho
Na terra despida de cor…
Sinto o frio do tempo
Do calor do teu corpo
Das palavras quentes da tua boca
Abro os olhos
O dia passou a noite
O sonho deixa de ser realidade…
Deixou-me cair na angústia
Do medo,
Do gelo sólido,
De um tempo,
Que já não tem tempo
Para sonhos e caprichos…
Esqueço os amores impossíveis
E deixou-me adormecer
Na fortaleza dos meus sonhos…
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Voarei por este mundo
Nas asas de uma ave perdida
No sopro de um vento mudo
Na vaga de uma onda
Que fustiga a areia rochosa
De uma praia perdida
Procuro a glória
De outros navegadores
Que fizeram a nossa historia
Como essa glória ainda exista
Neste mundo de egoístas
Procurarei a solidão
Num lugar distante
Esquecerei a ingratidão
Desta sociedade demente…

